Embora pareça uma “missão impossível” ou desígnio de difícil consecução, a resolução da problemática da reintegração laboral e social dos ex-militares e antigos funcionários do extinto Ministério de Segurança do Estado (MINSE), na condição de desempregados, não é uma tarefa de difícil empreendimento havendo engenho, vontade política e coragem (igualmente política) para se tomarem as medidas assertivas que se impõem neste particular.
Sendo uma problemática que impacta grandemente (pela negativa, evidentemente) na paz e estabilidade política e social, e concomitantemente na segurança nacional do nosso país, a sua resolução não devia continuar a ser ignorada ou protelada.
Por termos consciência do potencial subversivo subjacente nesta problemática, nós, portal Kissanguela, inspirados e norteados por Deus, vimos mui humildemente (não precisamos de reconhecimento por isso) partilhar com Angola e os angolanos, mormente com os ex-militares e antigos funcionários do MINSE, a “fórmula resolvente” para a problemática que os apoquentam a sensivelmente 33 anos.
Todos nós angolanos temos o dever de (em nome da paz e estabilidade) contribuir para a resolução definitiva desta problemática e injustiça a ela acoplada, daí o nosso interesse em ajudar na sua resolução.
Doi a alma ver muitos ex-militares a definharem de fome e na miséria. A resolução da problemática da reintegração laboral e social desta franja populacional vulnerável deve começar imediatamente a ser equacionada!…
Entretanto, importa alertar quem de direito de que apesar de o desemprego estar entre as principais causas dos actuais índices de fome e indigência que grassam no seio dos ex-militares e antigos funcionários do extinto Ministério de Segurança de Estado (MINSE), ele não é o único factor predominante nesta problemática.
O subemprego é outro dos factores a levar em conta sempre que estiverem a ser equacionadas fórmulas para a resolução a contento da problemática social dos ex-militares e antigos funcionários do MINSE.
Tidos por alguns como indivíduos “sem eira nem beira”, muitos desses nossos compatriotas que na luta pela sua sobrevivência abraçaram o serviço de guarda e protecção em empresas privadas de segurança (muitas delas autênticos terreiros esclavagistas) não só recebem um salário de miséria (salários que contrastam com os balúrdios de dinheiros que os seus “patrões” recebem dos contratos de asseguramento firmados com estabelecimentos comerciais, agremiações desportivas, igrejas, residências, etc), como também se vêm, muitas das vezes, privados, meses a fio, dos seus míseros ordenados.
Ora, tudo isso impacta negativamente na vida dessas pessoas, e concomitantemente contribui para o alto índice de fome, pobreza, morbidade e mortalidade que grassam no seu seio. É só vermos para o aspecto caquéctico de muitos dos indivíduos que trabalham no sector da segurança privada para compreendermos o grau de miséria a que estão votados.
Este estado de coisas tem de terminar!…
É com este desígnio (acabar com o sofrimento e humilhação dos ex-militares e antigos funcionários do MINSE) que nós, portal Kissanguela, trazemos, ao escrutínio dos ex-militares, antigos funcionários do MINSE, da sociedade angolense, e, principalmente, de S. Excia o Presidente João Lourenço, o Plano Estratégico para a Integração e Dignificação Social e Laboral dos Ex-Militares (PEIDSLEM).
Em conjunto com o Plano Estratégico de Segurança Pública Urbana e Rural (PESPUR), o Plano Estratégico para a Integração e Dignificação Social e Laboral dos Ex-Militares ora apresentado irá, seguramente, viabilizar a resolução cabal e definitiva da problemática da reintegração social dos ex-militares e antigos funcionários do extinto Ministério de Segurança de Estado (MINSE).
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ATENÇÃO estimados irmãos ex-militares das FAPLA, FALA, ELNA, FLEC (se houverem antigos membros da FLEC nesta condição) e antigos funcionários do MINSE… Orem e gradeçam a Deus, pois o vosso sofrimento e humilhação estão prestes a chegar ao fim.
Continua no próximo artigo…
